quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Confira, na lista abaixo, alguns recursos de comunicação que costumam ser usados pelos terroristas:

As opções de comunicação hoje em dia são inúmeras, desde recados “de boca”, até as formas mais instantâneas possibilitadas pela internet ou pelos aparelhos celulares. Enfim, atualmente só não interage quem não quer… ou tem algum tipo de “rabo preso”.

Esse é o caso, por exemplo, dos terroristas. Aliás, já imaginou como esses caras conseguem – sem cerimônia – viver e conviver com pessoas, armar planos mirabolantes e catastróficos sem sequer deixar rastros de suas intenções?

Pois é, esse é um problema que deixa, especialmente, as autoridades americanas escandalizadas. No caso de Bin Landen, por exemplo, as justificativa para tanto tempo escondido, é que o líder terrorista só se comunicava por recados entregues em mãos.

Mas, como sempre há uma forma de burlar o sistema, estudiosos do assunto garantem que existem formas mais tecnológicas de trocar informações de forma discreta. Confira, na lista abaixo, outros recursos de comunicação que costumam ser usados pelos terroristas:

- Chips descartáveis:


Essa é uma das formas mais baratas de se manter contato seguro com quem for preciso, especialmente porque é uma forma legalizada, mesmo para os terroristas. Esses chips podem ser comprados de forma anônima, inseridos em um celular, usados apenas uma vez e, assim, jogados fora. Outro público que utiliza muito esse recurso são os executivos, em visitas à Rússia e à China, por medo que seus celulares sejam grampeados.

- Dead drops:



Esse consiste em um antigo método usado por espiões, especialmente durante a Guerra Fria, para deixar pacotes com informações ou fotografias, em lugares como moitas ou outros esconderijos. Dessa forma, eles poderiam ser recuperados por alguém que estivesse passando por perto, devidamente informado sobre a “entrega”.

Há ainda uma forma mais moderna de dead drops, em que as pessoas utilizam pen-drives e CDs escondidos, camuflados dentro de pedras falsas ou escondidos em paredes, em algum lugar pouco frequentado. Isso possibilita a troca de dados entre os interessados e não deixa qualquer rastro no sistema comum de comunicação, onde as informações poderiam ser monitoradas.

Outra forma usada entre aqueles que precisam manter segredo, mesmo usando a internet, são os dead drop digitais. Esse método consiste em escrever uma mensagem por e-mail e não clicar em “enviar”. Isso permite que a mensagem seja armazenada na pasta de rascunhos. O destinatário, que recebeu o login e a senha para aquela determinada conta de e-mail, pode ver a mensagem e, se necessário, responder.

- E-mail e mensagem de texto:


Não raro, terroristas tendem a se comunicar por meio de código ou usar metáforas, especialmente quando se discute metas. No episódio de 11 de setembro, nos Estados Unidos, por exemplo, os organizadores dos ataques se referiram ao World Trade Center como ‘arquitetura’, ao Pentágono como ‘artes’ e a Casa Branca como ‘política’.

- Mídia social, sites de bate-papo e de jogos:



Uma forma que está se popularizando na hora de disfarçar trocas de mensagens são os fóruns online. Isso porque os sites que oferecem esse tipo de serviço são criptografados e precisam de senhas para serem navegados. Mas, claro, existem chances de vulnerabilidade, uma vez que algumas dessa páginas podem ser infiltradas por agentes de inteligência do governo, que se apresentam como militantes online.

- Arquivos JPEGs e GIFs:



Esse tipo de arquivo possibilita a ‘esteganografia’ ou a arte de esconder uma mensagem dentro de uma mensagem. Isso porque as imagens digitais codificados como JPEGs ou GIFs podem, teoricamente, ser usadas para transportar outros dados, caso sejam usados títulos inócuos no assunto.

- Telefones por satélite:



Apesar da tecnologia de criptografia, estes recursos permanecem suscetíveis à interceptação. Isso faz com que os líderes terroristas se mantenham cautelosos em usar os telefones por satélites, mesmo em áreas remotas e pouco povoadas. No entanto, essa ainda é uma possibilidade para eles, dependendo da situação.

- Entregas em mãos:


Esse, como já mencionamos no início, foi o método usado por Bin Laden e que funcionou durante anos. Acontece, no entanto, que mesmo sem deixar rastros digitais, essa forma de comunicação precisa de um mensageiro, que pode ser rastreado. Aliás, isso foi exatamente o que aconteceu no caso do líder da Al Qaeda, morto em 2011, no Paquistão.

Fonte: Portal R7

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Uma matéria que vai te explicar o porque você não deveria colocar nada dentro dos seus ouvidos.



Provavelmente você já ouviu a sua mãe ou avó te dizendo para não ficar enfiando cotonete no ouvido, porque você poderia acabar acertando o tímpano. Essa matéria não é sobre esse problema.

Primeiro, a verdade é que você não precisa limpar o seu ouvido. Segundo o médico Douglas Backous, a cera de ouvido, existe para nos proteger. A sua finalidade é manter o canal auditivo limpo. Ela ajuda a afastar a poeira e sujeira de nossos tímpanos e também exerce papéis antibacterianos e de lubrificação. Nossos ouvidos se limpam sozinho. Quando a cera seca, cada movimento do maxilar, quando você mastiga alimentos ou conversa com seus amigos, ajuda a trazer a cera velha para fora da abertura da orelha.

A questão é que sempre pensamos que somos mais inteligentes que os sistemas do nosso corpo que existem desde sempre. 

Sendo assim começamos a cutucar os nossos ouvidos cheios de cerume. O cotonete pode parecer muito pequeno, mas na realidade o que ele faz é empurrar a cera de ouvido para mais fundo no ouvido, é ai que começa o problema, movimentamos ela para locais que não se limpam sozinhos, ela fica presa.

Esse cerume que fica preso, estava repleto de fungos, bactérias e vírus acumulados no ouvido externo, e agora ele pode te causar dor e infecções.

Além disso, empurrar a cera para dentro do ouvido pode também bloquear o seu canal auditivo, levando à perda de audição, ou se você empurrar ainda mais fundo, pode levar à ruptura do seu tímpano, e acredite, isso será extremamente doloroso.

Anualmente cerca de 12 milhões de pessoas vão ao médico com “cerume excessivo ou impactado” nos EUA. Uma maneira de dizer que eles tem sérios problemas com cera de ouvido. Desses 8 milhões acabam em procedimentos para retirada de cerume realizado por profissionais médicos, e isso não inclui o especialista em cone chinês da esquina, segundo a Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (AAO-HNSF).

Seus ouvidos só precisam realmente de uma limpeza por um profissional médico, se você sentir que estão cheios ou se notar mudanças na sua audição que possam ser relacionadas ao acúmulo de cera.  A AAO-HNSF achou tão importante frisar que não se deve enfiar cotonetes dentro do ouvido, que divulgou uma declaração oficial a esse respeito, voltada a médicos e pacientes. O site da empresa Q-Tips a maior fabricante de cotonetes nos EUA, avisa que o produto só deve ser usado “na área externa do ouvido, sem penetrar no canal auditivo”.

É nesse momento que muita gente torce o nariz e diz que não pode abrir mão de limpar os ouvidos. Backous diz, que isso é apenas um ciclo vicioso de “sentir coceira e coçar”. Quando mais você esfregar a pele da sua orelha, mais histamina é liberada, mais irritada e inflamada a pele vai ficar, e mais você vai querer coçar. Até porque, como o cerume é lubrificante, sua remoção deixa os ouvidos mais ressecados, o que a levará a continuar a enfiar cotonetes neles, em um esforço completamente equivocado para encontrar alivio.

Mas se você realmente não consegue deixar os seus ouvidos em paz, Backous recomenda que você irrigue-o. Algumas gotas em cada ouvido de uma mistura feita com partes iguais de vinagre branco, álcool cirúrgico e água da torneira na temperatura do corpo. (Segundo o médico se a mistura estiver quente ou fria demais, você pode sentir tontura). E por último ele ainda alerta, “não é bom colocar nada dentro do ouvido”.


Fonte: Abril, Sarah Klein,

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O fenômeno das selfies já encheu o seu saco? 

Podemos afirmar com certeza que estamos quase chegando naquele ponto onde uma mania já virou coisa de gente chata. Esse post lhe mostrará, e provará, que todos os tipos possíveis de selfies já foram tirados. 

Não há mais nada a ser feito, já deu, acabou.

Confira as selfies mais extremas já tiradas:

A moda pegou até para astronautas:


Como ele subiu nisso? Como vai descer?


E o caldo depois da foto?


Só não pode bater um vento:


Seu avião caiu no mar e você está esperando pelo socorro? Tire uma selfie para relaxar:


Só não vale cair:


Contrariando todas as normas possíveis e imagináveis de direção:


Sim, é uma montagem. Se algum  co-piloto fizer isso algum dia é provável que todos os passageiros morram e que o avião caia:


Vertigem? Que nada:


E morreu:



Selfie na mão do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, é algo pra se guardar na família pra sempre:



Não é montagem. Planadores não voam pressurizados e nem a grandes altitudes, então é possível sim:

     
Pilotar um caça e tirar uma selfie ao mesmo tempo não é algo muito prudente:


O leopardo só de olho nessa zoera aqui:


Tá aí uma cena ideia excelente pra você que sempre quis pular de paraquedas.



E aí, qual das selfies é a mais extrema na sua opinião?