Há várias histórias de assassinos
em série capaz de colocar medo em qualquer um. Conheça 6 dos piores assassinos
em série da história.
Um assassino em série, também
conhecido pelo termo em inglês “serial killer”, é uma pessoa que apresenta um
perfil psicopatológico e costuma cometer assassinatos, na maioria das vezes,
padronizados e deixando algo como sua assinatura . O país com o maior número de
assassinos em série conhecidos é o Estados Unidos, que possui 84% dos casos
registrados no mundo desde o ano de 1980. A maioria daqueles que foram
capturados, apresentavam-se como cidadãos normais e bem-sucedidos e nenhuma
suspeita a primeira vista.
Em 1988, o Instituto Nacional de
Justiça criou uma definição para o termo “assassino em série”, veja: “Uma série
de dois ou mais assassinatos cometidos como eventos separados, normalmente, mas
nem sempre, por um infrator atuando isolado. Os crimes podem ocorrer durante um
período de tempo que varia desde horas até anos. Quase sempre o motivo é
psicológico, e o comportamento do infrator e a evidência física observada nas
cenas dos crimes refletiram nuances sádicas e sexuais.”
Confira agora a lista com os 6
piores assassinos em série já registrados:
6. Joachim Kroll (1933 –
1991)
Kroll tinha nacionalidade alemã e
era conhecido como Ruhr Cannibal. Além de matar as vítimas, ele também comia as
carnes delas. Kroll foi preso por 8 assassinatos, mas confessou 13.
Em 1976, Kroll foi capturado por
matar uma criança de 4 anos, chamada Marion Ketter. O corpo da menina foi
encontrado pela polícia completamente desmembrado. Algumas partes do corpo
foram encontradas na geladeira e uma mão estava sendo cozinhada em uma panela.
Os intestinos foram encontrados em tubo de resídios.
Joachim Kroll afirmou que ele
matava e comia a carne de suas vítimas para poder economizar nas compras de
casa. Ele foi condenado a prisão perpétua e morreu em 1991 por um ataque
cardíaco.
5. Andrei Chikatilo (1936 –
1994)
Chikatilo era conhecido também
como “Açougueiro de Rostov” e “O Estripador Vermelho”. Ele foi condenado por
matar 53 mulheres e crianças em um período de 12 anos.
Em 1978, ele mudou para uma
cidade da Ucrânia que ficava próximo a Rostov e comprou uma casa em segredo. Em
dezembro, dia 22, ele atraiu uma criança para o local e tentou estrupa-la. Como
a menina lutava muito contra Andrei, ele a esfaqueou até a morte. Enquanto a
esfaqueava, Andrei atingiu o orgasmo e, desde então, só foi capaz de se
satisfazer sexualmente esfaqueando mulheres e crianças do sexo feminino.
Devido a censura da mídia na
União Soviética na época, casos de estupro e assassinatos praticamente não eram
divulgados, o que facilitou bastante a atividade de Andrei. Ele só foi preso ao
ser flagrado tentando se aproximar de crianças.
Andrei foi mantido em uma jaula
durante o julgamento construída para a sua própria proteção contra os
familiares das vítimas. Ele foi condenado a morte por 52 de 53 dos crimes
cometidos. Ele foi executado por fuzilamento (tiro na parte de trás da
cabeça) em 14 de fevereiro de 1994, depois que o presidente russo Boris Yeltsin
recusou um último apelo por clemência.
4. Jeffrey Dahmer (1960 –
1994)
Dahmer foi responsável pela morte
de 17 homens e garotos entre o 1978 e 1991. Seu primeiro crime foi ao 18 anos,
onde matou Steven Hicks, que o chamou para sua casa, e justificou
como “Hicks não queria que eu fosse embora”.
Em 1988, Dahmer foi preso por
acariciar sexualmente um garoto, que era seu irmão, de 13 anos. Ele
cumpriu 10 meses na prisão e depois saiu com condicional. Depois disso, ele
começou uma série de assassinatos. Em 1991, o irmão de Jeffrey foi encontrado
nu andando na rua. Dahmer disse que Milwaukee era seu amante e haviam tido
uma discussão enquanto bebiam, mas o menino negou tudo. Na mesma noite, Dahmer
matou e desmembrou o irmão, depois guardou o crânio como lembrança.
Em 1991, Dahmer conseguiu
atrair um homem chamado Tracy Edwards para o seu apartamento. Após tentar
algema-lo, Tracy conseguiu fugir e chamar a polícia. Ao chegar no apartamento,
foi encontrado vários cadáveres armazenados em cubas com ácidos, cabeças
decepadas na geladeira e itens para a construção de um altar de velas e crânios
foram encontrados no armário.
Drahmer foi acusado de
praticar necrofilia, canibalismo e possivelmente uma forma de trepanação,
a fim de criar os chamados “zumbis”. Ele foi condenado a prisão perpétua por
todos os 15 assassinatos e morreu de traumatismo craniano após ser espancado
até a morte pelo companheiro de cela Christopher Scarver.
3. Richard Trenton Chase
(1950 – 1980)
Conhecido como “O Vampiro de
Sacramento”, Richard chegou a matar seis pessoas em um mês na Califórnia. Ele
costumava tomar o sangue das vítimas e comer partes de seus corpos. Richard acreditava
que ao se alimentar de suas vítimas, ele estaria isento dos ataques nazistas
que, de acordo com ele, estariam procurando-o na intenção de transformar seu
sangue em pó.
Richard matou um engenheiro,
Ambrose Griffin, que era pai de 2 filhos, uma mulher, Teresa Wallin, que estava
grávida de 3 meses e invadiu a casa de Evelyn Miroth, que estava com o
vizinho, Don Meredith, e matou os dois. Além disso, encontrou o filho e
sobrinho de Evelyn, respectivamente com 6 e 2 anos de idade. Matou os dois de
forma cruel, cometendo atos de necrofilia e canibalismo.
Depois de matar as crianças,
Richard voltou para casa e comeu alguns órgãos das crianças e bebeu o sangue.
Richard foi preso devido a uma testemunha que o viu deixando os corpos das
crianças em uma igreja. Quando preso, foi condenado a morrer na câmara de gás.
Em dezembro de 1980, ele foi encontrado morto em sua cela. A autópsia diz
que ele morreu devido a uma overdose proposital causada por um remédio
antidepressivo prescrito pelo médico.
2. Albert Fish (1870 – 1936)
Albert Fish se orgulhava de ter
molestado mais de 100 crianças. Também conhecido como “Homem Cinza”, “O
Lobisomen de Wysteria” ou “O Vampiro do Brooklyn”, foi suspeito de 5
assassinatos e confessou ter assassinado 3 e atacado com facadas outras 2
pessoas.
Fish admitiu para uma mãe ter
chicoteado o seu filho até sangue escorrer pelo corpo do garoto, depois cortou
as orelhas, o nariz e a boca. Em seguida, furou os olhos da vítima fazendo com
que o menino morresse agonizado. Já depois de morto, Fish cortou a barriga do
menino e bebeu o seu sangue e, em seguida, o esquartejou e guardou partes do
menino dentro de sacos de batata.
“Eu fiz um guisado de seus
ouvidos, nariz e pedaços de seu rosto e barriga. coloquei as cebolas, cenouras,
nabos, aipo, sal e pimenta. Foi muito bom. Comi também tiras de seus glúteos
com bacon. Eu coloquei a carne dentro do forno, e após algum tempo assando,
derramei cerca de um litro de água sobre a carne com um molho e cebolas. Em
intervalos frequentes eu mexia o traseiro com uma colher de pau. Assim, a carne
seria mais suculenta. Em cerca de duas horas ficou marrom e bem cozida. Eu
nunca havia comido nenhum peru assado tão bom quanto à gordura daquilo que
cozinhei” – disse Fish.
Os psiquiatras que estavam
presente durante o julgamento do assassino disseram que coprofilia,
urofilia, pedofilia e masoquismo eram apenas alguns dos fetiches sexuais do
homem. Fish foi condenado e logo executado.
1. Gilles de Rais (1404 –
1440)
Gilles era um nobre francês que
antes de cometer crimes comandava o exército de Joana d’Arc, mas acredita-se
que ela nunca o conheceu. Ele chegou a ser condenado por matar, torturar e e
estuprar centenas de crianças, sendo a maioria garotos.
As vítimas sobreviventes
relataram que Rais atraía as crianças para a sua casa, especialmente os loiros
de olhos azuis, e os abusava sexualmente, depois torturava e mutilava. Ele
juntamente com seus cúmplices decapitava a cabeça de suas vítimas e e
avaliavam qual criança de fato deveria mesmo ter tido tal punição.
A maioria dos corpos foram
enterrados ou queimados, mas estima-se que entre 80 e 200 crianças foram
assassinadas pelo capitão. De acordo com cúmplices dele, ele apreciava ver suas
vítimas agoniadas. Ele mandava seus servos cortarem as veias das crianças para
poder ver o sangue escorrendo e se banhar nele.
Quando a criança morria, o
capitão chorava e fazia orações em uma cama pelas almas das crianças. No
dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus ‘colaboradores’ foram levados
até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados.
Fonte: Curioso
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